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quinta-feira, 8 de março de 2012

Capacete do Ayrton e do Bruno Senna em Suzuka!

A imagem do tricampeão permanece forte junto aos sempre fiéis torcedores japoneses. Em Suzuka, no último dia 03 de março, por ocasião das festividades dos 50 anos do autódromo, estavam expostos alguns capacetes, dentre eles o modelo que o Senna usou e venceu o GP do Japão de 1993. O capacete se destaca pela bandeirinha japonesa na lateral, sobre a faixa verde. Um reconhecimento do piloto para com o povo que tanto torcia por ele. O capacete do Bruno também estava lá!




sábado, 8 de outubro de 2011

O tempo me deu uma chance - Lotus Renault - Bruno Senna - GP do Japão 2011

Não tem como ficar alheio ao carro preto e dourado, com o piloto de capacete amarelo na condução. Bruno Senna revive para emoção dos fãs mais nostálgicos, aquele que é para muitos, a pintura de carro de corrida mais linda que já existiu. Por alguns instantes o tempo parece ter parado, e tive a sensação de estar vendo o Ayrton em busca de mais uma pole, assim como nos bons tempos. Bruno Senna, por obra do destino, sobrinho do tricampeão, carrega o mesmo sobrenome e, depois da metade da temporada assumiu o volante da Lotus Renault preta e dourada. Não há como não lembrar, não há como não se emocionar. O mesmo carro, motor, cor, capacete e sobrenome. Que o Bruno corra por muitos anos na Fórmula 1, que vença, seja campeão, com qualquer cor de carro, mas que as corridas que fez em 2011 ficarão guardadas na memória, ah, elas ficarão.
No meu coração de fã, foi como o tempo tivesse me dado uma chance, de ver o carro que pouco pude acompanhar ao vivo devido a ter apenas 8 anos quando a pintura foi aposentada. A partir de então, apenas em fotos e vídeos pude curtir aquela maravilha. Foi como um desejo realizado, particularmente falando.











terça-feira, 13 de setembro de 2011

Parabéns Bruno Senna!

Bruno Senna marcou no GP da Itália, na segunda prova que disputa pela Renault-Lotus na categoria, os primeiros dois pontos da carreira. Correndo de forma consistente, o sobrinho do campeão tem tudo para se firmar na categoria. Aos mais saudosistas, as cores do carro e capacete emocionam... Gratas coincidências desta vida!
Fotos: Globo.com



domingo, 17 de julho de 2011

Miniatura da Lotus 98T - Bruno Senna GP Brasil 2004 - Apresentação Especial - 1/43

Esta miniatura da marca alemã Minichamps é fantástica, Bruno Senna pilotando a Lotus 98T da temporada de 1986 da Fórmula 1 em Intergalos por ocasião do GP Brasil de 2004. Carro este do qual o tio de Bruno, o grande Ayrton Senna venceu os GPs dos Estados Unidos em Detroit e da Bélgica em Spa-Francorchamps. Eu estava na pista de Interlagos neste dia, e vi o Bruno passando com este carro mitológico. Dias depois o carro ficou em exposição no shopping Eldorado, por ocasião do Senna Experience, e lá fui pegar minhas economias e retornar para São Paulo e fotografar o carro. Na verdade fui duas vezes, depois tiver de voltar na capital paulista para tirar meu visto para entrar no Japão e aproveitei para vê-la novamente. No Japão encontrei esta miniatura em uma loja em frente, vejam só, ao autódromo de Suzuka, bingo! Escala 1/43.

Reportagem sobre este dia especial


domingo, 27 de março de 2011

Lançamento no Japão - Livro Ayrton Senna, Memory Eternal

Sai para dar uma volta com a família no fim de tarde deste domingo, 27 de março, e encontrei este lançamento na livraria. Ayrton Senna, Memory Eternal é uma publicação da SAN-EI MOOK do Japão e leva a marca da conceituada revista inglesa F1 Racing. Ainda não obtive informação se o livro já saiu na Europa. Bem, tive de deixar alguns ienes lá na livraria, faz parte, fã é fã! O livro tem algumas fotos um tanto quanto raras, principalmente as que contam com a participação de Bruno Senna e momentos da infância com o tio tri-campeão, vale a pena.




quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Bruno Senna, apenas um sobrinho

Desde a morte do grande tricampeão mundial Ayrton Senna, o Brasil e porque não dizer o mundo, aguarda a chegada de algum piloto que “ressuscite” o mito das pistas. Logo após a morte do piloto já saímos procurando um substituto a altura para revivermos os feitos e legado que fora deixado pelo ídolo. Não basta ser um piloto apenas, tem de ser parecido com a forma como o Ayrton era visto pelas pessoas. Determinado, concentrado, que não tinha medo do sistema, e claro, usar o mesmo macacão vermelho dos áureos tempos da McLaren, e o capacete amarelo com as imaculadas listras azul e verde. Rubens Barrichello foi o primeiro a ousar assumir esta posição perante a mídia e a torcida brasileira. Menos de um ano após a morte do piloto, Rubinho largava para o GP do Brasil em Interlagos em uma Jordan problemática e usando um capacete que mesclava as cores do tricampeão com a pintura do próprio casco. Foi uma lástima, carro e piloto ainda não estavam em um nível bom de competição. Não fez nada na corrida como no restante do campeonato. A carreira de Rubens foi pautada a partir de então pela comparação entre os resultados que conseguia e as monstruosas performances do Ayrton, pura covardia.

Rubens Barrichello - Capacete nas cores do Ayrton Senna - GP do Brasil de F-1 de 1995

Felipe Massa também já foi capa de revista italiana onde a manchete perguntava algo como: “- É o novo Senna?”Não, não era, não é e não será. Senna ficou no maldito muro da Tamburello em 1994, os demais são apenas pilotos comuns.

Bruno Senna desde que surgiu para o automobilismo profissional em 2004, dez anos após a morte do tio, despertou os holofotes da mídia mundial para cima de si. Agora sim era o novo Senna, os traços físicos estavam lá, o olhar característico, o capacete amarelo com as listras, tudo estava perfeito. Confesso que acreditei que o milagre da nostalgia seria possível. O tricampeão estava de volta às pistas. Mas ponderei um pouco, pois me preocupava o fato dele ter começado a correr aos 21 anos e não ter passado pelo kartismo. Alertava aos amigos que lhe faltaria a escola principal que forma os maiores campeões, não tem jeito amigos, sem o aprendizado do kart não vai, não decola. Falta a Bruno quilometragem, borracha queimada, reflexos treinados e muito mais, quem entende do assunto sabe do que estou falando.

Bruno passou a reviver o tio em diversas apresentações pelo mundo da Fórmula 1 conduzindo carros consagrados pelo campeão. Eu o vi em duas oportunidades conduzindo tais carros. A primeira ele encheu os meus olhos ao dar três voltas no domingo do GP do Brasil de 2004 ao volante da Lotus Renault de 1986, o carro que eu sempre quis ver de perto. A segunda oportunidade, desta vez muito melhor documentada por mim foi no GP do Japão de 2010, ele fez uma única volta com a Lotus Renault de 1985. Bruno ainda pilotou alguns carros da McLaren em festivais.

Bruno Senna em uma volta com a Lotus de 1985 que fora de Ayrton momentos antes do GP do Japão de F1 de 2010

Bruno obteve resultados apenas medianos nas categorias pelas quais passou, principalmente na GP2, onde apesar de conquistar um segundo lugar no geral em 2008, perdeu um título contra um inofensivo Giorgio Pantano, mesmo dispondo de um equipamento de primeira, como em todos os anos que competiu. Em 2010 chegou finalmente na Fórmula 1 pela fraquíssima equipe Hispania, onde não teve a oportunidade de fazer muita coisa e por diversas vezes teve sua posição na equipe ameaçada, apesar da boa quantidade de patrocinadores que o acompanhava.

Em 2011 tivemos um último fio de esperança, com o terrível acidente sofrido pelo Robert Kubica, Bruno como primeiro piloto reserva da Renault - Lotus poderia assumir a vaga para disputar a temporada. Seria perfeito, eu até me empolguei, mais uma vez dominado pela nostalgia. Seria fantástico, a Lotus de volta à Fórmula 1, pintada de preto e dourado, com motor Renault, patrocínio da Elf, estava perfeito, seria a volta não só do piloto, mas do time todo, faltava apenas alguém bancar o saudoso Peter Warr no comando. A ironia é que o próprio piloto havia brincado na apresentação que se algum titular quebrasse a perna, o carro seria dele. Seria... A Renault - Lotus realizou testes com o brasileiro e também com o veterano e limitado alemão Nick Heidfeld. Nick tem a mostrar no currículo apenas experiência em mais de dez anos pilotando carros de Fórmula 1, mais nada. O Heidfeld é de uma linha de pilotos estranhíssima para falar a verdade, não anda em último, mas sempre fica atrás de no mínimo uns sete carros ao final da corrida, vai entender...

Bruno Senna em ação no GP do Japão de F1 de 2010 pela fraca Hispania

Em suma, esperamos demais de Bruno, ele aceitou vestir o personagem do tio, o parentesco abriu portas, é óbvio, mas não pode ir além do que ele é, apenas Bruno. Senna é apenas um sobrenome, não adianta esperar nada além. Mas para ser um pouco mais justo, nunca esperei que ele viesse a ser igual ou melhor do que o tio, mas andar mais que o Nick Heidfeld era o mínimo que ele poderia fazer. Apesar de toda a experiência do Heidfeld em andar no meio do pelotão.

Ayrton ficou no passado, assim como as vitórias e títulos que conquistou, chega de tentarmos revivê-lo na pele de outros pilotos. Bruno não é o Ayrton Senna, aliás, Bruno nem consegue ser Heidfeld. Não adianta cobrarmos ou sonharmos.

Daniel Gimenes


terça-feira, 13 de abril de 2010

Poema Bruno Senna do Brasil - Daniel Gimenes


A tão aguardada bandeirada
A alegria de uma nação
Ao cruzar a linha de chegada
A vitória de um campeão

A velocidade é seu rumo
Da família Senna
Seu nome é Bruno
A ele dedico este poema

A lembrança do tio
De quem carrega a fama
Vencer é de seu feitio
Ao Brasil não decepciona

Empunha o lábaro
Verde e amarelo na cor
A torcida empurra o carro
Alegria do torcedor


Bruno Senna do Brasil
Daniel Gimenes

sábado, 16 de janeiro de 2010

Ferrari Challenge Bruno Senna!!!

Esta eu achei em Nagoya!!! Ferrari Challenge do Bruno Senna! O sobrinho da fera!!! Uma Ferrari mais brasileira, impossível!!!

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