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sábado, 14 de julho de 2012

Adriane Galisteu falando bobagens ao meu ver...

Não é legal julgar as pessoas, mas, no caso da Adriane Galisteu sempre foi complicado ficar neutro. Seja por qualquer assunto que a ligue ao campeão, normalmente ela solta algumas besteiras. Encontrei esta entrevista no youtube, que nem sei em qual programa foi dada, mas ela afirma que o grande Ayrton não tinha equipe para a temporada de 1994, e que o campeão iria tirar um ano sabático. Ayrton só não o fez porque o Prost lhe telefonou e ofereceu a sua vaga na Williams porque queria se aposentar
. 
Pra mim isso não faz sentido nenhum, visto que os contratos não são decididos em cima da hora na Fórmula 1. E afirmar que o Ayrton estaria sem carro... Se fosse para 1993 tudo bem, mas estava certo pelo que me recordo, que o piloto brasileiro seria da Williams desde o meio da temporada de 1993. Acho que é mais uma das balelas dela, que aproveitou para alfinetar o Nelson Piquet no fim por não ter comparecido no velório do Ayrton.

Apesar de eu ser um Sennista e ter montado este blog para enaltercer os feitos do grande Ayrton, considero o Piquet tão grande quanto, e acredito ter sido uma enorme grosseria por parte dela lançar o nome do Nelson desta forma. O Piquet nunca foi de fazer cena, e muito menos o faria no velório do Ayrton, assim como muitos aparentemente o fizeram, apesar de que particularmente eu não acreditar que o Prost compareceu apenas por um jogo de cena demagogo e mesquinho.

Segue o vídeo com o áudio da entrevista:




sexta-feira, 13 de julho de 2012

Prost não gostou nada do seu papel de "vilão" no filme do Ayrton Senna


O francês Alain Prost não gostou de sua participação no filme "SENNA". Claro que já esperávamos por repercussões negativas do francês, que invariavelmente em qualquer trabalho em homenagem ao piloto Ayrton Senna será retratado como o rival de talento, mas que apelava para a política e jogo de nervos para desestabilizar o adversário, principalmente o brasileiro.

Prost iria reclamar de qualquer forma, faz parte da sua personalidade, porém, desta vez ele o fez após afirmar que não tinha visto o filme e nem o veria. Pura demagogia do francês.

O piloto esteve presente ao festival de Goodwood na Inglaterra. Evento que reúne anualmente dezenas de carros de competição antigos, sobretudo carros de Fórmula 1. Em uma entrevista para a ITV, Prost chorou as mágoas com relação ao filme e, claro, destilou o seu veneno para o pessoal que produziu o documentário.

Segue a entrevista, onde de início foi perguntado ao ex-piloto se concordava com a forma do qual o filme foi produzido:

"Absolutamente não. Não, eu não concordo em absoluto."


"Eu diria que estou realmente chateado de certa forma. E te digo o porquê em 30 segundos. Porque eu passei muito tempo filmando. Passei muitas horas tentando explicar as coisas."

"Tivemos um Ayrton Senna antes da Formula 1, tivemos um Senna quando lutávamos na Formula 1 e tivemos um Ayrton Senna quando me aposentei."

"E depois temos o lado humano da história com duas personalidades. As pessoas entenderiam muito melhor o que aconteceu quando estávamos lutando. Por que ele estava lutando daquela maneira, e teriam entendido muito mais os últimos três ou quatro meses em que ele telefonava para mim praticamente uma ou duas vezes por semana. Fazia perguntas, me pedia para voltar para a GPDA, fazia perguntas sobre a Williams, sobre segurança, sobre a vida pessoal. Muitos grandes segredos que eu nunca direi a ninguém."

"Seria bom ter visto tudo isso, foi tudo feito com muita pressa. E no final eles quiseram fazer uma coisa comercial do tipo mocinho e bandido. Eu não me importo muito em ser o bandido."

"Mas o que me importa é olhar o que temos aqui. Estamos em Goodwood, temos um monte de fãs, é a história do automobilismo. Eu teria adorado ter este final da história."

"No final do dia é o lado humano que importa. Caso contrário, você não tem história, não tem tradição, o que é realmente uma pena."

Normal e esperada as reações do francês... Vale dizer que reconheço em absoluto seu talento e quanto ele foi primordial para a carreira do Ayrton na posição de rival nas pistas, mas fora delas... Puta Pelé viu... De boca fechada é fantástico!


terça-feira, 6 de março de 2012

Lembranças de Suzuka

No dia 03 de março estive em Suzuka para acompanhar as festividades do aniversário de 50 anos da mística pista japonesa. O palco que coroou quatro títulos mundiais do Brasil, sendo uma conquista de Piquet em 1987 e as três do Senna em 1988, 1990 e 1991, trouxe doces e amargas lembranças na minha mente. A época, eu era apenas um garoto fã de corridas, que pedia para meu pai ficar acordado comigo nas madrugadas de sábado para domingo para ver os pegas decisivos para o Brasil.

Ter hoje a oportunidade de pisar o asfalto da pista japonesa foi extremamente prazeroso. Estar ali, onde a história foi escrita, e ainda por cima, vendo máquinas do passado em ação, foi realmente um presente.

As lembranças, apesar de doces, guardam um gosto amargo. Esteve presente no evento a McLaren MP4/5, com a qual o francês Alain Prost, através de manobras de bastidores garantiu o título com a ajuda do padrinho Jean Marie Balestre. Senna, com um carro idêntico, venceu a corrida, mas foi desclassificado por supostamente ter cortado a chicane, após o Prost jogar o carro em cima do brasileiro deliberadamente.

Mas o carro é belo, formidável, e observar a McLaren nos boxes, ainda sem a carenagem, no melhor estilo dos anos da década de 1980, não tem preço.

McLaren MP4/5 nos boxes de Suzuka

 
Takuma Sato pilota a McLaren algumas horas depois.

Outro ponto a ser levado em conta, foi a tal da mudança da posição de largada, Senna, o pole, tanto em 1989, quanto no ano seguinte - o da desforra - a posição de largada do pole-position era do lado sujo da pista, o que o fez perder o primeiro posto nas duas oportunidades, e que de fato, mudou a história das provas e do campeonato.

A posição preferida de Ayrton Senna, hoje do lado limpo da pista.

 A posição habitual do Prost quando os dois competiam na F1, do lado interno da pista de Suzuka, o lado sujo, na verdade foi deste lado que ficava a pole-position que acabava por penalizar o piloto mais rápido.

 O reformulado cotovelo de Suzuka, palco da polêmica batida de 1989, na qual o Prost fechou o Senna e abandonou. Senna voltou para a disputa, venceu, mas lhe arrancaram a taça. Hoje não existe mais o caminho seguido por Senna no tal "corte" da chicane.

 Uma volta no tempo, carro maravilhoso!

  O final da reta de Suzuka, onde Senna deu o troco em um forte acidente onde pegou o Prost pelo meio, já competindo pela Ferrari. É inacreditável que o brasileiro desceu esta reta e não freou!



quinta-feira, 1 de abril de 2010

"A morte de Senna foi o fim da minha história com a F-1", diz Alain Prost

A sétima volta do Grande Prêmio de San Marino de 1994 segue marcada como um dos momentos mais dolorosos da história da Fórmula 1. Ayrton Senna perdeu o controle de sua Williams FW16 por causa de um problema mecânico e bateu a 216 km/h contra o muro da famosa curva Tamburello, em Ímola.

“Em um F-1, se você acha que tem tudo sob controle, você não está indo rápido o suficiente”, disse Ayrton certa vez, segundo o El País. Sua morte gerou uma grande reflexão, e aquele acidente atingiu todos os níveis do esporte e levou à reformulação das regras para aumentar a segurança dos pilotos. Dois domingos atrás, no dia 21 de março, o tricampeão teria completado 50 anos de idade.

A F-1 inteira ainda chora a morte de um de seus heróis mais queridos. Mas, nesta terça-feira, uma entrevista publicada no jornal espanhol El País surpreendeu os fãs do automobilismo. Arquirrival de Senna nas pistas, o francês Alain Prost falou sobre seu ex-companheiro de McLaren.

“Sua morte foi o final da minha história com a Fórmula 1”, disse o “Professor”, que revelou ter notado uma estranha, porém agradável reaproximação do brasileiro nos últimos três meses antes do acidente fatal.

“Ele nunca tinha me ligado, mas nas últimas semanas tinha feito isso várias vezes. Estava preocupado. Achava que a Benetton, de Michael Schumacher, tinha implantado recursos eletrônicos no carro – coisa que a FIA havia proibido –, e queria que eu entrasse para a Comissão de Segurança. E não estava confortável na Williams”, recordou Prost.

O francês estava trabalhando como comentarista naquele fatídico GP de San Marino. “Lembro que, antes da corrida, ele veio às cabines de televisão para falar comigo. Não era algo habitual. Todos que estavam ali ficaram calados. Nesses momentos, o piloto só pensa em se concentrar, mas ele veio e se sentou ao meu lado. O mais surpreendente é que não queria falar de nada muito importante”, contou o francês.

“Depois de comer, pouco antes da largada, fui aos boxes da Williams e conversamos por uns dois minutos antes de ele entrar no carro. Esta foi a última vez”, lamentou. “Ayrton e eu temos um vínculo. Sua morte foi o final da minha história com a Fórmula 1. Ninguém pode falar de Ayrton sem mencionar meu nome, e ninguém pode falar de mim sem mencionar o dele”, concluiu o tetracampeão mundial.

Fonte: UOL Esporte



domingo, 10 de janeiro de 2010

Alain Prost com o capacete do Senna!


Bem, desta vez ele superou todas as expectativas, o que falta mais para o Prost e Senna serem praticamente um? Nesta foto ele ao que parece estava gravando um comercial e usou o capacete do Ayrton! Para este baixinho, que venceu por cinco vezes o GP do Brasil, em uma delas tocou até o tema da vitória, já usou o S da marca Senna em seu macacão, parece mesmo que não falta mais nada. Bem, desta vez o professor ensina como ser um piloto completo, rs. E detalhe, o capacete de seu filho, Nicolas Prost se parece muito com o do Ayrton Senna, é o mesmo design pelo menos. Esta foto do Prost com o capacete do Ayrton eu consegui no blog de meu amigo Rianov no blog F1 Nolstalgia - http://f1nostalgia.blogspot.com/ Apareçam lá!!!

Daniel Gimenes

domingo, 8 de novembro de 2009

Tema da vitória tocada para o Alain Prost!



Este vídeo é uma raridade! Alain Prost vence o GP do Brasil e o Tema da Vitória foi tocado para o piloto francês. Nesta época a música que tanto marcou as vitórias brasileiras na Fórmula 1, especialmente as do grande Ayrton, era tocada apenas para o vencedor do GP do Brasil, independente da nacionalidade. Apenas em 1986 eu acho que o tema passou a ser tocado em todas as vitórias brasileiras.
Tudo bem, Prost tem crédito na praça. Foi o grande adversário de Senna, e sem sombra de dúvidas, por ter enfrentado e vencido o francês, que Senna se tornou verdadeiramente um mito das pistas!

Daniel Gimenes

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Senna x Prost - Incrível batalha!!! No kart...

1993, Paris - França
Senna e Prost duelam mais em mais oportunidade, na verdade a última e garantem o espetáculo do público presente, mas pela primeira vez o fazem em uma pista de kart, onde os rancores do passado já tinham sido esquecidos e a paz e boas disputas selaram o fim de tantos episódios difíceis e empolgantes ao mesmo tempo na carreira dos dois super-campeões. Na minha opinião, os dois maiores pilotos de F1 de todos os tempos, claro, com Senna um passo à frente de Alain.
O evento é beneficente e organizado pelo piloto Philipe Streiff, participaram em 1993 além de Senna e Prost, vários outros bons pilotos do automobilismo mundial, como um tal de Michael Schumacher, Rubens Barrichello, Cristian Fittipaldi, Jos Verstappen, David Coulthard, Damon Hill, Jhony Herbert, Alessandro Zanardi e outros. Senna não venceu, teve problemas mecânicos quando estava à frente de Prost, mas os fãs do esporte a motor foram os grandes vencedores! Senna correu promovendo a sua própria grife, e usou um macacão impecavelmente branco. Prost retornou no ano de 1994, quando Senna já tinha falecido e correu o nome de Senna em seu macacão e também em seu capacete.
Abaixo o vídeo da corrida de 1993:





Daniel Gimenes

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Alain, eu sinto a sua falta - Ayrton Senna


A batalha pela vitória entre os dois maiores pilotos que a Fórmula 1 já presenciou, o brasileiro Ayrton Senna e o francês Alain Prost. Batidas, trapaças, respeito mútuo e uma única certeza, Senna só foi grande porque enfrentou a Prost e o mesmo pode ser dito com relação ao Francês, foi o que foi pois tinha o grande Senna como adversário implacável nas pistas. Os bons momentos foram muitos, a rivalidade levou ao fim da amizade, que foi recomposta nos ultimos dias de Ayrton neste mundo. Hoje Alain Prost é um dos maiores colaboradores e divulgadores do Instituto Ayrton Senna, que a tantas crianças e adolescentes ajuda e já ajudou em nosso país.
Época de uma Fórmula 1 diferente, uma época de homens ao volante.
Daniel Gimenes
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